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Começar um e-commerce é um grande desafio, mas a gente quer facilitar as coisas para você com este artigo.

Uma pesquisa realizada pela Ebit | Nielsen apontou que as compras via e-commerce aumentaram 47% no primeiro semestre de 2020. Apesar de terem sido impulsionadas pela pandemia, as compras online no Brasil já vinham registrando crescimento ano após ano desde 2011.

 

Atraídos pelo histórico de crescimento e pela oportunidade de vender mais, diversos empresários sentem vontade de vender online, mas não sabem o que devem levar em consideração na hora de começar um e-commerce.

 

Se você também é um desses empresários, mas precisa de ajuda para dar o pontapé inicial, pode ficar tranquilo. A gente separou neste artigo uma lista de coisas a se atentar e boas práticas para quem quer se aventurar nas vendas online. Veja abaixo:



1 – Entenda a legislação antes de começar um e-commerce

A venda de produtos online exige regras específicas. A Lei do E-Commerce (Decreto Federal nº 7.962/2013) é a que melhor abrange o comércio eletrônico.

 

O decreto expõe os direitos e deveres deste tipo de venda, como: a necessidade de dispor informações claras a respeito do produto, serviço ou fornecedor; a exigência de ter um atendimento facilitado; o direito de arrependimento do consumidor; e até mesmo a necessidade de um resumo com todas as informações antes do consumidor finalizar a compra. 

 

Além deste decreto, o e-commerce ainda deve respeitar leis que já regulamentavam o comércio físico, como o Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990), leis que regulamentam os dados de usuários na internet, como o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014) e a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018, mais conhecida como LGPD) e leis fiscais, como a da Transparência, (Lei nº 12.741/2012).




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2 – Invista na tecnologia com o melhor custo-benefício

Montar um e-commerce exige tomar uma decisão importante: sua empresa deve desenvolver do zero uma solução ou contratar plataformas de lojas virtuais? 

 

Criar uma loja virtual totalmente do zero permite uma maior customização, porém é uma opção cara, complexa e que precisa de manutenção e/ou de profissionais especializados.

 

Para empresas menores e que irão começar um e-commerce, a sugestão é escolher plataformas prontas, que são mais seguras, contam com templates específicos para seu nicho de mercado e com profissionais que vão te auxiliar na implantação do projeto. Assim, a empresa investe menos enquanto ganha experiência e fatura com as primeiras vendas online. 

 

Climba, a Loja Integrada, Tray e Woocommerce, por exemplo, oferecem soluções e benefícios únicos. Visite e conheça essas plataformas. Uma delas deve se encaixar com as necessidades da sua empresa.

3 – Integre com o TotalERP

Questões como controle de estoque, gerar boletos para os clientes, controlar seu fluxo de caixa, emitir notas fiscais, entre outras, são feitas em um sistema de gestão. Por isso, ter as duas ferramentas é essencial.

 

Mas não basta ter as duas separadas. Usar um e-commerce e um sistema de gestão desta forma causa trabalho dobrado, desorganização e falta de controle. Por isso, é fundamental que o seu e-commerce se integre com seu sistema de gestão para que elas possam compartilhar dados automaticamente entre si.

 

Um sistema de gestão também tem que receber as informações do e-commerce e transformar em gráficos e dados estratégicos para você analisar e entender. Você tem que poder dizer, por exemplo, em qual mês as suas vendas online disparam ou quando o desempenho da sua loja física é maior do que a do seu e-commerce.

 

E é aqui que o TotalERP entra. Além de fornecer todo o controle e organização básico para a sua empresa, ele te dá informações extras e que fazem a diferença na hora de melhorar as suas vendas. Entre em contato agora mesmo com o sistema TotalERP e entenda mais como sua venda online e sua gestão podem ser bem organizadas.




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4 – Escolha a forma de pagamento

Boleto, cartão de crédito, por intermediadores… Escolher bem a forma de pagamento é um passo importante para quem quer criar um e-commerce, já que pode ser um obstáculo justamente no final da venda.

 

Leve em consideração taxas, como a transação é feita, quanto tempo demora, a facilidade da sua empresa gerenciar os recebimentos e do seu cliente em fazer os pagamentos. 

 

A integração direta com o adquirente, por exemplo, deixa você como responsável pela integração, o que não é muito indicado para iniciantes no mundo das vendas online. Já os intermediadores de pagamento, apesar de cobrarem taxas maiores, são fáceis de implementar e os mais indicados para quem está começando.

5 – Estruture sua logística e entrega

Por último, mas não menos importante, é preciso saber como entregar o produto ao cliente.

 

Custo de frete, do envio por correspondência, da embalagem, do estoque, do armazenamento, prazos… toda a sua operação deve ser minimamente analisada e calculada para evitar uma má experiência do seu consumidor logo no pós-venda.

 

Hoje, as opções de entrega vão além dos Correios ou de transportadoras da própria empresa. Startups de entrega como Cargo X e Loggi ou até mesmo a boa e velha negociação com transportadoras terceirizadas são opções para fazer a entrega ao seu cliente.

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